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PHONE IN BRAZIL 011-55-71-9129-0927 Como arquiteto (candidato a Archi-tecto) bem que gostaria de ter meu nome por aí afora como o cara que recriou o mundo. Sou, antes de qualquer outra coisa, um cara qualquer. E, como tal, tenho minhas doses de orgulho, ambição e prepotência. Porém, na vida como em tudo, a gente idealiza o máximo e depois aceita até um mínimo. E eu gostaria, portanto, de dizer algo do meu mínimo: Eu espero que lá no assento etéreo aonde subir eu possa dizer, com a calma satisfação do dever cumprido, que eu fundamentei a minha vida naquilo que acreditava ser o certo; que muito errei e muito aprendi com os meus próprios erros (e com os de muitas outras gentes também); que, depois da minha "crise americana", procurei sempre dar a volta por cima de meus próprios desacertos; que, à procura de uma definição melhor do que era eu e do que fazia aqui, comunhei com os homens (incluyendo muchas mujeres, of course) e que através deles, e só através deles, defini o que seria eu e o que seria a minha vida; que, desprovido da capacidade de ser humilde, procurei quando nada ser sincero em relação aos meus feitos e contá-los com o mínimo de exagero que a minha retórica permitia; que sempre fui muito grato a todos aqueles que, de forma direta ou indireta, me ensinaram alguma coisa; que nunca fui lá muito católico, mas sempre me empenhei em ser cristão; que por inclinação natural (ou por vontade de ser importante) sempre me identifiquei com Leonardo (da Vinci); que nunca acreditei em separações artificiais entre arte e ciência, teoria e prática, passado e futuro; que procurei ser amigo dos que mereciam e, depois de compreender melhor a condição animal da natureza humana, lutei contra os inimigos meus e daqueles que considerava parte de meu povo; e que, antes de tudo, durante toda a minha vida, procurei a liberdade e a libertação da minha consciência, estive à frente, atrás e dentro de meu próprio caminho; fui o meu próprio caminho, a minha própria verdade, e a minha própria vida, e se hoje estou com o Pai, eu vim por mim, tentando, na medida das minhas possibilidades, perdoar aqueles que tentavam me impedir. RNM Comments and suggestions: [Comentários e sugestões:] Write your name here [Escreva aqui o seu nome] and use the form below: [e use o formulário abaixo:] You are visitor Go to IIT's Home Page (Illinois Institute of Technology) Go to top of the page This Home Page is a Service Mark (sm) of Raul NobreMartins (C) Raul Nobre Martins 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 Last edit sometime this year...
Como arquiteto (candidato a Archi-tecto) bem que gostaria de ter meu nome por aí afora como o cara que recriou o mundo. Sou, antes de qualquer outra coisa, um cara qualquer. E, como tal, tenho minhas doses de orgulho, ambição e prepotência. Porém, na vida como em tudo, a gente idealiza o máximo e depois aceita até um mínimo. E eu gostaria, portanto, de dizer algo do meu mínimo: Eu espero que lá no assento etéreo aonde subir eu possa dizer, com a calma satisfação do dever cumprido, que eu fundamentei a minha vida naquilo que acreditava ser o certo; que muito errei e muito aprendi com os meus próprios erros (e com os de muitas outras gentes também); que, depois da minha "crise americana", procurei sempre dar a volta por cima de meus próprios desacertos; que, à procura de uma definição melhor do que era eu e do que fazia aqui, comunhei com os homens (incluyendo muchas mujeres, of course) e que através deles, e só através deles, defini o que seria eu e o que seria a minha vida; que, desprovido da capacidade de ser humilde, procurei quando nada ser sincero em relação aos meus feitos e contá-los com o mínimo de exagero que a minha retórica permitia; que sempre fui muito grato a todos aqueles que, de forma direta ou indireta, me ensinaram alguma coisa; que nunca fui lá muito católico, mas sempre me empenhei em ser cristão; que por inclinação natural (ou por vontade de ser importante) sempre me identifiquei com Leonardo (da Vinci); que nunca acreditei em separações artificiais entre arte e ciência, teoria e prática, passado e futuro; que procurei ser amigo dos que mereciam e, depois de compreender melhor a condição animal da natureza humana, lutei contra os inimigos meus e daqueles que considerava parte de meu povo; e que, antes de tudo, durante toda a minha vida, procurei a liberdade e a libertação da minha consciência, estive à frente, atrás e dentro de meu próprio caminho; fui o meu próprio caminho, a minha própria verdade, e a minha própria vida, e se hoje estou com o Pai, eu vim por mim, tentando, na medida das minhas possibilidades, perdoar aqueles que tentavam me impedir. RNM
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